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Se você ainda vive no mundo daqueles que acham que o Snapchat é coisa de adolescente, melhor baixar o app agora mesmo e ver com seus próprios olhos o que tem ocorrido por lá.

 

A plataforma de mídia social mais querida do momento, de fotos e vídeos de até 10 segundos que expiram em 24 horas, tá deixando para trás até aqueles mais acostumados a grandes voos, como o Twitter. Segundo a Bloomberg, agência de notícias especializadas no mercado financeiro, o Snapchat conta hoje com 150 milhões de pessoas ativas diariamente, contra 136 milhões no Twitter.

 

O projeto de Evan Spiegel, de 25 anos, fundador do Snapchat, tem dado tão certo que a mídia social tem pretensão – e organização – para se tornar na principal plataforma de cobertura e geração de conteúdo em tempo real. Tem realizado experimentos fantásticos em seu “ao vivo” e entregue conteúdos de qualidade com seu Discover, implementados em 2015.  



JebNos Estados Unidos, o foco parece estar nas eleições presidenciais. Se tudo ocorrer bem, este será um marco rumo ao que pode consolidar o Snap na cobertura em tempo real de grandes eventos, desbancando do trono o Twitter (a gente precisa reconhecer que ele é muito, muito forte nisso). Em busca desse objetivo, a equipe de Spigel contratou um repórter da CNN para encabeçar o projeto e estratégias de conteúdos políticos da rede.  

 

O que é que o Snap tem?

 

duckUm dos grandes trunfos dessa mídia social na corrida pela preferência do usuário são suas lentes e filtros patrocinados. Falando em política, nos Estados Unidos é muito comum ver a galera utilizando filtros de candidatos para expressar opinião e intensão de voto. Um dos mais emblemáticos foi uma publicação de Ted Cruz, em referência a hashtag #DuckingDonald. Filtros e lentes ainda são uma informação rica de geolocalização a favor da dinâmica da rede.     

 

 

 

Qual snapchater aqui não acompanhou ao vivo nos últimos dias as manifestações de apoio às famílias dos mortos na boate de Orlando ou então as novidades incríveis do E3, em Los Angels?

 

 

Mas o que tem feito, afinal, dedicarmos horas aos Snaps?

Tudo me leva a crer que seja fruto do 3V (vertical vídeo views), aqueles vídeos que ocupam a tela toda do seu smartphone na vertical. O formato não poderia ser melhor, já que estamos habituados a manusear nossos telefones dessa forma, o tempo todo. Segundo o Scup, assistir aos vídeos e fotos na vertical sem precisar girar a tela é um grande diferencial dessa plataforma.

 

Para provar a força e diferença disso no resultado final da propaganda, o Snapchat fez um teste comparando a mesma propaganda, mas disposta ora em horizontal, ora vertical. Durante o teste, perceberam que o vídeo vertical foi visualizado até o final nove vezes mais do que o horizontal. Em um segundo teste, as pessoas que assistiram ao vertical estiveram três vezes mais dispostas a consumir o sugerido pelo vídeo. Talvez isso explique o tempo que temos dedicado às interações por lá.

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Além disso, segundo o fundador do Snapchat, as inserções publicitárias nunca irão fugir da sua proposta original, ou seja, os anúncios não serão invasivos porque estarão relacionados a conteúdos de interesse da base de usuários.  

 

Sua marca no Snapchat

Esta semana a plataforma anunciou que em breve as inserções publicitárias serão exibidas entre os snaps dos seus amigos. Até então era possível somente emplacar um anúncio pelo Discover ou entre os “ao vivo”. E era caríssimo! O Snap cobrava mais de 750 mil dólares para um dia de veiculação. Detalhe: sem opção de escolher público ou ter acesso a métricas, resultados. Era tudo no escuro. Mas isso tá mudando. Segundo o Digiday, a plataforma lança ainda este ano sua API. A partir disso, marcas vão poder criar os seus anúncios sem a necessidade de fazer contato com o escritório do Snapchat. E não para por aí. Poderemos definir o público por idade, gênero, localização, inserção em eventos ao vivo e até mesmo por temas afins e contextos, como entretenimento ou notícias, por exemplo. Para entender melhor, algo semelhante com o que fizemos hoje pelo business do Facebook e Twitter.

 

Ah, e sim, o preço foi consideravelmente repensado: passou a dois centavos por visualização. Ufa!   

 

E aí, vamos embarcar na era do consumo vertical da propaganda?

 

 


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