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Em um mundo cada vez mais mobile friendly, uma prática antes coletiva, passa a ser prioritariamente individual. Vivemos uma era híbrida, na qual o audiovisual ainda faz jus a existência das telas de TV e de salas de cinema, mas não sem antes, estar presente também em tablets, computadores e celulares.

O estudo IMS Video in Latam, sobre o panorama do consumo de vídeos digitais no Brasil, e disponível para consulta no site da IAB Brasil (link), mostra de maneira bem pontual essa mudança e consequentemente seu impacto no consumo de videos digitais: o brasileiro médio e com acesso passa mais tempo assistindo a videos online (82%) do que TV aberta (73%).

Um exercício diário: não ser parte do ruído.

Naturalmente nos sentimos mais confortáveis diante de imagens horizontais devido à nossa cavidade ocular que por sua vez, é também horizontal. Entende-se que a verticalização dos aparelhos móveis se dá por um conforto físico e mais facilidade na operação com uma única mão. Manipular um telefone com duas mãos pode demorar mais e ocupar tempo. É uma questão de ergonomia.

Aqui o futuro não substitui o passado, mas apresenta boas opções. O vídeo na vertical é na verdade uma quebra de paradigma com alto poder de impacto que pode e muito, colaborar com as mais diversas estratégias de marketing digital, sejam elas para redes sociais de nicho como Snapchat e Periscope, ou para uma campanha de lançamento de um novo produto, desde que a forma se sujeite ao conteúdo, isto é, tenha relevância para o seu público.

Como no exemplo abaixo, a decisão final em incorporar ou não essa opção em seu planejamento estratégico, deve ter como métrica o nível de experiência que uma produção audiovisual desse tipo é capaz de proporcionar:

 

Não. Você não está filmando errado! Novas formas de produzir e consumir conteúdo.

Sergei Eisenstein, filmólogo e cineasta russo, já questionava o padrão Horizontal imposto pelo mercado audiovisual da sua época. Com objetivos comerciais claros e bem definidos a radiodifusão se apropriou, assumiu e impôs o formato 16:9. No entanto, quando o assunto é vídeo digital, o melhor caminho é exatamente não se prender à barreiras conceituais, no Digital o vídeo pode ser o que ele quiser ser, à partir de 1 pixel de altura por um pixel de largura.

Essa é a defesa e argumento dos criadores do Vertical Film Festival?—?VFF, um festival de cinema de cinema criado não somente para discutir e difundir produções com orientação vertical, mas também questionar padrões estéticos impostos por um mercado que?—?ainda?—?não descobriu como transformar isso em um modelo de negócio real.

Mesmo com todo o ranço mercadológico, o consumo de vídeos em dispositivos móveis no novo formato não para de crescer. Não são poucos os artigos e pesquisas sobre os assunto, e em todos eles a constatação é unânime: o consumo e a relevância de outros formatos viram pra ficar.

Exemplo disso são os números apresentados no relatório Vertical 2015: aumento expressivo no consumo de vídeos em dispositivos móveis até o impacto de redes sociais criadas exclusivamente para eles, como o Periscope e Snapchat.

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Uma coisa é fato, a verticalização dos vídeos não é apenas o futuro, ela já é parte de nosso presente. Pra quem não entendeu é o velho “aceita que dói menos.”  😉


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