Behavior

Trocar experiências, aprender, perguntar, interagir e conhecer gente nova que fala a mesma língua que você e vive, às vezes não diretamente, no mesmo mundo que você vive é uma oportunidade que não deve ser desperdiçada à toa.

Eventos podem ser categorizados como sólidos e recompensantes quando evolvem todas essas características citadas acima. É preciso que haja uma troca de ponto a ponto que justifique não apenas o preço do ingresso, mas como também à ida até o local. Afinal de contas, se a experiência física de nada valer, por que eu não consumo um webinar, por exemplo?

É o olho no olho que vale, dito preciosismo por alguns até. É o aperto de mãos no networking que detalha. É o convite para o almoço que firma uma relação um pouco mais larga.

E isso tudo são só detalhes. O conteúdo é a alma de um evento que se propõe a trazer profissionais fodas que fizeram coisas fodas para ajudar a atiçar aquela chama dentro de você para que você faça algo foda também.

Vamos à alguns exemplos.

Creative Task 2016

Criatividade envolve o risco de levar portada de cliente e do publico?—?Igor Puga
Você provavelmente não ouviria isso numa entrevista qualquer. Vivemos em um mercado onde ser chapa branca não é errado. O arroz e o feijão são por vezes estimulados. E o tradicionalismo vem disfarçado de “Ah, não inventa, vamos fazer assim, deu certo no outro job”.

Mas quando é hora de arriscar? Igor Puga, um dos palestrantes do Creative Task falou sobre isso. A hora é quando você sentir que é hora e como ele mesmo disse, ser criativo envolve esse risco de levar uma portada na cara.

Faz parte do processo.

O entretenimento é o tipo de conteúdo que engaja, desde que esteja no contexto da marca?—?Fernanda Guimarães

O imperativismo é feio hoje em dia. Existem as mais diversas formas de veicular sua marca que não apenas pelo velho spot de 30 segundos na TV. É interessante estar mais onde as pessoas estão e nem tanto nos intervalos desses conteúdos.

Além disso, entreter as pessoas é uma forma de alcançar o engajamento tão esperado. Entreter é ser relevante, acrescentar algo para seu target. Mas, como tudo tem um porém, não adianta, por exemplo, fazer um product placement em uma série de TV que não case com a cara da sua marca. Uma precipitação desse tipo pode gerar, no pior dos casos, uma identidade indesejada à sua campanha.

Só faz sentido o que é sentido?—?Ana Laura Mello

Ao falar de engajamento, tocar as pessoas é indispensável. Em tempos que Storytelling já é mais do que uma buzzword, tentar tocar pessoas é essencial para que haja a criação de um relacionamento.

Fazer as pessoas se importarem, desejarem saber mais e entenderem que você quis fazer mais do que apenas vender é algo essencial.

Com isso em mente, não custa destacar as próximas oportunidades de passar por eventos como esse. A Share tem programado o Share POA para a semana que vem, dia 02 e 03 de setembro. E, voltado para os comunicadores envolvidos com moda, o Share Fashion também é mais uma opção para colocar na agenda. O evento acontece dia 31 de setembro em Florianópolis.

E você? Quais foram as maiores lições que um evento já te ensinou? Compartilhe com a gente.


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