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Todo mundo alguma vez já deve ter se deparado com a sigla EMKT. E o pior, não só se deparado, mas ter feito de conta que sabia exatamente o significado e que entendia tudo sobre o assunto. Vão por mim, isso é mais comum do que parece.

Primeiro, vamos a premissa básica: email marketing NÃO É SPAM. Aqueles email de como perder 10 quilos em uma semana, ou de como ganhar rios de dinheiro só criando uma pequena rede de 5 amigos (que, por acaso é chamado de pirâmide e é proibido no nosso país) não é email marketing. E isso é simples de entender: são emails não autorizados pelos usuários e muito menos direcionados.

OK, mas como é que a empresa de empréstimo X sabe que estou com pouca grana e me ofereceu dinheiro por email? Simples, eles tem como conseguir informações sobre a sua vida bancária, com base nas suas pesquisas pela internet. É assim que normalmente, de um dia pro outro, uma pessoa que recebia 4 emails começa a receber 40.

Mas bem, agora que contextualizei o que é SPAM, vamos ao real do artigo: EMKT. Email marketing nada mais é do que aqueles emails que recebemos das empresas bacanas nas quais nos cadastramos para saber das novidades legais que elas estão preparando para nós. Muitas vezes, são tão bem direcionados que, num dia pesquisamos sobre um sofá lindo amarelo queimado que ficaria maravilhoso na nossa sala e três dias depois ele aparece no nosso email, e ainda com 20% de desconto no boleto. É nesse momento que o email marketing vence e é por isso que ele não se tornou obsoleto.

Sei que pra muitos, o que estou escrevendo aqui é chover no molhado, mas a maioria das empresas até tem esse conceito na mente, mas não coloca na prática. Não adianta mandar um email normal, padrão, pra todo mundo. Por que uma pessoa que mora em um apartamento de um quarto vai querer comprar um cortador de grama daqueles de carrinho? Ou qual a lógica de um estudante de arquitetura querer comprar réguas simples escolares? O que se deve entender, quando se está em uma campanha de email marketing, é que precisamos dividir nosso público em nichos, em grupos diferentes com necessidades próximas. Eu não ficaria braba de aparecer no meu email o carrinho de cortar grama, desde que o meu sofá dos sonhos também estivesse lá.

Se vocês procurarem no dr. Google, vão achar mil formas de fazer um EMKT bacana, com chamadas legais, desde explicando parâmetros sobre tamanhos de títulos até cores e imagens. E isso tudo deve estar só na primeira páginas, nas primeiras 10 pesquisas. O que quero, com esse artigo, não é isso. Quero é colocar na cabeça de alguém uma pequena sementinha, que mostre que hoje em dia não se deve mais pensar no todo, mas sim no individual, e desse individual criar grupos de interesse e então sim pensar nas estratégias específicas para esses grupos. Dá mais trabalho? Muito mais! Mas o resultado, de 3% de cliques, pode se transformar em 55%.

É, realmente, um tipo de trabalho que vale a pena.


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