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Quando me perguntavam o que eu cursava na faculdade, muitas vezes ouvia frases do tipo “Nossa, que legal, mas eu não sou criativa(o)” ou “Eu até queria cursar, mas a criatividade não me pertence)”. Naquele ano, eu estava cursando Publicidade e Propaganda. Estas perguntas ficavam de certa forma martelando na minha cabeça e eu perguntava à mim mesma: será que a criatividade é algo que existe em mim?

Pesquisas sugerem que a criatividade se dá pela combinação de diversas características, comportamentos e influências sociais em uma única pessoa, ou seja, o autoconhecimento. Tudo o que lemos, vemos e falamos por aí ajudam a formar nossa personalidade e consequentemente, pensar e imaginar coisas diferentes. Ser criativo e ter criatividade na rotina exige estímulo. É preciso sonhar acordado, pensar diferente, sair da caixa (você provavelmente já leu/viu sobre isso por aí) e fazer coisas as quais não está habituado a fazer.

1. Washington Olivetto

“Gostar de cultura geral, não ter preconceito com nenhum tipo de informação e ter o espírito competitivo.”

Há mais de 40 anos na área de Publicidade e Propaganda, Olivetto pode dizer com convicção que ler muito e se aprimorar constantemente é de extrema importância. Ele aprendeu a ler muito cedo, com 5 anos de idade, e sempre gostou de escrever, tanto que queria escrever para todas as mídias, jornal, revista, rádio e televisão.

2. Joanna Monteiro

“A verdade é que você pode ser criativo na moda, na dança, na medicina, na tecnologia, nas artes plásticas, em qualquer área. Ser criativo na publicidade é fazer de um jeito novo o que é a necessidade do cliente. E isso é difícil. Tem que gostar de vendas, de estratégia e do novo.”

Eleita a brasileira mais criativa do mundo da publicidade, Joanna diz que se você quer conhecer o novo, deve também conhecer o velho. Quando você se apaixona por uma atividade e faz o que gosta, há muito mais chances de fazer melhor.

3. Nizan Guanaes

“Todo mundo tem potencial criativo. Em alguns, ele vem naturalmente, em outros, tem que ser desenvolvido. É como ginástica. Tem gente que já nasce com essa aptidão e essa vontade. Tem gente que nasce com aptidão mas sem a vontade, e tem que ser desenvolvida.”

Um dos cinco brasileiros mais influentes no mundo afirma que suas ideias nascem da vida. Para ele, uma das coisas mais importantes para uma pessoa de criação é simplesmente ter uma vida normal: com mulher, filho, sogra, cachorro, genro. Porque é da vida – da vida normal – que vem as grandes ideias.

4. Bel Pesce

“Quando se trata de desempenho e criatividade, não há limitação alguma. Qualquer pessoa pode se empenhar muito em um projeto, ser muito criativo, etc. O problema existe quando alguém acredita que essa diferença é real e daí acredita ser “menos” do que os outros. Quando isso acontece, a limitação é amplificada para uma magnitude que pode chegar a realmente atrapalhar as suas metas.”

Bel tinha pequenas chances de mudar completamente a sua vida, mas mesmo assim decidiu arriscar. Deu certo. Fundou empresas, escreveu livros e continua empreendendo e inspirando pessoas. Ela defende que devemos acreditar que é possível fazer coisas diferentes e a nossa mente é o que nos guia. É preciso acreditar.

5. Marcello Serpa

“Lógico que você não vai acertar sempre, vai errar também, mas a busca constante é que deixa um corpo de trabalho consistente, forte e criativo. Não é buscando o reconhecimento que você consegue (ser criativo). Você consegue o reconhecimento buscando muito trabalho.”

O publicitário carioca reafirma: para ter criatividade, é preciso se manter ocupado. Tente, persista, erre de novo. Mas continue. Até você acertar.


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