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A aplicação do uso de um persona às mídias sociais surgiu da necessidade de sermos mais assertivos no público ao qual queremos comunicar algo. Até bem pouco tempo atrás os profissionais de marketing, mediante suas matrizes e ferramentas, consideravam apenas o uso dos clássicos dados demográficos, geográficos e econômicos para mapear seus clientes e consumidores. Informações como localização de moradia (também conhecido como pontos de trânsito), renda mensal, gênero e idade eram fundamentais e definiam o direcionamento de verbas e estratégias de mercado e comunicação.

No entanto, a coleta de dados sobre o nosso comportamento foi sendo aprimorada, ganhou corpo científico e começou a nos levar a entendimentos ainda mais complexos e completos sobre nosso modo de agir, pensar e, claro, consumir. Os analistas, cientistas e demais observadores e estudiosos passaram a perceber movimentos de compra similares entre pessoas com rotinas muitas vezes distintas, com faixas etárias ligeiramente distantes uma da outra, assim como o local de moradia destas e a sua renda mensal. Foi quando os dados psicográficos passaram a fazer mais sentido aos decisores de estratégias e na aplicação dos contextos de marketing.

Passou a ser relevante informações sobre o comportamento do consumidor que consideram seus reais interesses, seus desejos, suas crenças, suas favoritações de toda ordem e o modo como pensam ou julgam algo. Em outras palavras, os hábitos e o estilo de vida de cada um de nós. Por fim, começamos a compreender que nossos comportamentos sociais passam a ser mais determinantes na decisão de compra do que necessariamente nossa idade ou gênero, cidade ou renda.

Na propaganda, no marketing e nas ações de branding nosso público-alvo de ontem vai dando agora espaço ao empoderado persona. Em um mundo de tantas variações e de efervescentes migrações de conceito e até mesmo moradia, definir um ou mais personas da marca, produto ou serviço passa a significar investirmos com maior qualidade e obtermos com maior velocidade os resultados pretendidos. Estrategiar ações de marca e marketing com foco no persona pode parecer tendência no hoje mas arrisco a dizer que será matriz obrigatória logo ali na frente para qualquer ação que gere ponto de contato com o consumidor.

Estabelecer o persona significa mapear o seu comportamento, compreender detalhes da sua atuação no dia a dia, seus movimentos matinas, o seu almoço, tarde e noite. É traçar o seu estilo de vida com detalhes sobre suas relações familiares, de amizade e relacionamento. É rascunhar sua relação de consumo e a partir disso fazer com que nossas operações de marketing projetem o consumidor à sua zona de compra, de desejo e impulso ou, no caso do branding, a elevar seus índices de amor para com nossas marcas.

Comunicar diretamente com os personas corretos de nossos produtos e marcas talvez seja hoje o maior desejo de todo profissional de marketing e social media. Além de conversarmos com o ?público certo ainda estaremos destinando as verbas para o conjunto de pessoas dispostas a consumir nossos produtos e amar nossas marcas.

Plataformas de interação entre pessoas como o Facebook tem despertado cada vez mais para isso. Não à toa, hoje, nossas estratégias de comunicação podem impactar e conversar com praticamente qualquer grupo de pessoas, seja por interesse ou comportamento incomum ou ainda por alguma atividade realizada por elas, como pessoas que noivaram no último ano ou pais de crianças com idade entre um a três anos, só para citar dois entre as centenas de exemplos que poderiam vir.

Ao rastro do sucesso e de como faz sentido pensar, estudar e estabelecer os personas na sua estratégia de negócio, cito ainda os veículos de comunicação segmentados, de nicho e focados em conteúdos específicos e quem tem feito grande sucesso entre seus públicos. Além disso, as marcas que tem se transformado em verdadeiras mídias, gerando conteúdo e engajamento com seus clientes e consumidores.

Persona é vida com propósito aos seus negócios.  


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